Mangá em tempos de mudança
No imenso aeroporto de Tóquio, a espera é angustiante. Você entra e sai das mesmas lojas, diversas vezes. Enquanto não reabre o aeroporto de Nova Iorque, fechado em virtude de uma nevasca, não há como deixar a base em que nos encontramos. Na poltrona da sala VIP, refestelada, uma criança japonesa está inteiramente envolvida pela leitura de uma história em quadrinhos. Aliás, várias histórias e diversas revistas. Todas de mangá, a coqueluche do público infanto-juvenil.